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Aprovado projeto Seminário Pensar Piauí previsto para março

Thumb geisa6 Publicada em 01/03/2018, 13:36

Foi aprovado por unanimidade do Plenário nesta quarta-feira (28), o projeto de autoria do líder do Governo na ALEPI, deputado João de Deus (PT), que dispõe sobre a realização do Seminário Pensar Piauí. O evento deve acontecer dias 15 e 22 de março deste ano.

Segundo o parlamentar, o objetivo do Seminário é proporcionar uma leitura técnica e analítica das potencialidades do Piauí, buscando converter conhecimentos e sugestões direcionados a programas e projetos de políticas públicas, integrados ao empresariado nacional e internacional.

“A ideia é que possamos pegar esses dois dias e convidar algumas personalidades que tem estudos para traçar perspectivas para o futuro do Estado. Estamos numa ano eleitoral e precisamos debater os rumos do nosso Estado”, defendeu João de Deus.

Segundo o parlamentar, os temas que serão debatidos poderão compor os planos de governos dos candidatos nas eleições de 2018.

 

Fonte: Alepi

 


Nota de pesar e indignação pelo incêndio no Museu Nacional

Thumb pt1 Publicada em 03/09/2018, 13:56

Parte considerável da memória, da cultura, da pesquisa e da história do Brasil se perde no incêndio no Museu Nacional nesta noite. Deixando o país órfão de parte significativa dos registros de sua memória. Instituição bicentenária, o maior museu de História Natural da América Latina e um dos 5 maiores do mundo, que vivia com dificuldades de recursos e manutenção, teve sua situação orçamentária deteriorada após a aprovação da Emenda Constitucional 95 pelo governo golpista, é vítima de uma tragédia sem precedentes decorrente da precarização dos serviços públicos, especialmente em relação à ciência e a cultura.

A Secretaria Nacional de Cultura do Partido dos Trabalhadores expressa a sua tristeza e indignação com essa tragédia e reforça a urgência da retomada de políticas de memória, de museus e de patrimônio histórico para a garantia dos direitos culturais dos brasileiros e a afirmação soberana do país no mundo.

Brasília, 2 de setembro de 2018.

Secretaria Nacional de Cultura do PT

 

Fonte: pt.org.br


Março Mulher

Thumb mar o mulher Publicada em 08/03/2016, 12:24

Março Mulher

O governo do Estado do Piauí e a Prefeitura de Teresina, através das Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres realizam este mês, vários eventos em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. A programação começou no dia primeiro e prossegue até o final de março e inclui palestras, festival de música, roda de diálogo e exibição de filmes.
No Dia 8 foram realizadas palestras, manifestação do movimento mulheres e feministas, campanha do laço branco, entrega de rosas, roda de diálogo e assinatura do termo de cessão para a construção da Casa da Mulher Brasileira em Teresina.
Confira a programação:
Dia 9
Manhã e tarde – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher, nas Escolas Municipais Paulo Nunes e Mário Covas. 
9h – Filme: E se vivêssemos todos juntos?, no Lar de Santana.
Dia 10 
Manhã e tarde – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher, na Escola Municipal Lindamir Lima e UPA Renascença. 
9h – Palestra: Incontinência Urinária, no Lar de Santana.
Manhã – Gênero e Violência: Os Direitos Humanos das Mulheres, no CRAS Norte V- Território Norte.
Dia 11
8h – Oficina sobre a Lei Maria da Penha com o Grupo de Convivência Familiar “Flor do Tempo”, no CMEI Pedro Balzi.
8h às 14h30 – Mexeu com uma, mexeu com todas – Café da Cidadania, na Praça da Igreja Católica do bairro Renascença.
8h às 12h – Cinema em casa na praça do Punaré.
15h – Dia da beleza, no Lar de Santana.
Dia 12 
14h – “Delas para [email protected]” – Roda de Diálogo sobre a violência contra a mulher e saúde da mulher, no Centro da Cultura Hip Hop, no bairro Parque Piauí.
17h – Atividade integrada, no CEU-SUL.
Dia 13
Dia de lazer no Nova Cajaíba.
Dia 14
Manhã – Capacitação seriada das conselheiras municipais dos direitos das mulheres com o tema: Políticas Públicas para as Mulheres e Controle Social: reflexões e debates, na sede do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.
Dia 15
9h – Roda de Conversa sobre a Lei Maria da Penha, no NAI do Promorar.
Manhã e Tarde - Manhã e tarde – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher no CRAS Sudeste III UBS do Saci.
Dia 16
8h - 8h – Oficina sobre a Lei Maria da Penha com o Grupo de Convivência Familiar “ Gestação e Gênero”, na UBS Raimunda Soares.
9h – Roda de Conversa sobre a Lei Maria da Penha, no NAI do KM 07/Vila São Francisco Sul.
Tarde – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher, na Escola Municipal Artur Medeiros.
Dia 17
8h às 12h– Mulher: com Rosas e Direitos, no auditório do CRAS Sudeste II.
Manhã – Gênero e Violência: Os Direitos das Mulheres, no CRAS Sul II-Território Sul.
17h – Reunião Mulheres na luta pela igualdade e Oportunidades, no colégio Dilson Fernandes, no bairro São Joaquim.
Tarde- – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher, na Escola Municipal Extrema.
Dia 18
9h – Apresentação das ações da CMPM, no PSH Taboca do Pau Ferrado.
14h – Oficina: Fortalecimento de identidade da mulher negra, na Creche Tia Mônica.
Dia 19
18h30- Cine Mulheres com o filme “As Horas”, baseado no livro Michael Cunninghan, na sede do MAIS.
Dia 22
Manhã - – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher no CRAS Sudeste IV.
18h – Seminário em alusão ao Dia Internacional da Mulher no Campus da Universidade Estadual, em Campo Maior.
Dia 23 
9h – Oficina sobre a Lei Maria da Penha com o Grupo de Convivência Familiar “ Novos Horizontes para Cidadania ”, no Centro de Convivência Alto da Ressurreição.
16h – Mulher e Segurança, na praça Pedro II.
14h às 19h – I Encontro de Mulheres pela Educação, no auditório do CREA, em Teresina.
Tarde- – SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher na Escola Municipal Antonio Ferraz.
Dia 24
Manhã e tarde – Grupo de Acolhida: abordará o tema através de vídeos e documentários com o grupo, em local a definir.
Dia 28 
9h - Oficina sobre a Lei Maria da Penha com o Grupo de Convivência Familiar “ Cidadania em Movimento”, no CRAS Sudeste III.
De 28 a 30
7h, 9h,13h e 15h – Projeto Lei Maria da     Penha em Cordel nas Escolas, na zona sudeste.
Dia 29 
11h – Inauguração da ampliação e reforma da Maternidade Professor Wall Ferraz, no Dirceu II.
29 a 31
Manhã e tarde- Ação das Unidades Móveis de Atendimento às Mulheres em situação de Violência do campo e da floresta na comunidade Chapada em Picos,no assentamento Gaturiano em Dom Expedito Lopes e na comunidade Uberlânida Ambrosio, em Geminiano.
Dia 30
11h – Entrega do Espaço de Convivência Amor de Tia, no Centro de Convivência do bairro Matadouro.
Tarde - SEAS na Comunidade: Violência contra a mulher na Escola Municipal Bom Princípio.
Dia 31
Manhã 
Gênero e Violência: Os Direitos Humanos das Mulheres, no CRAS Leste II – Território Leste.
Palestra sobre o protagonismo da mulher e o enfrentamento da violência de gênero: compromisso de todos; 2ª edição do Viva Mulher do Território Sudeste, em local a definir.
Oficina socioeducativa com usuários sobre a violência contra a mulher, no Centro dia.
Manhã e tarde – Grupo de acolhida com apresentação de vídeos e documentários, em local a definir.
17h- Lançamento do projeto Laço Branco nos CRAS e CREAS com apresentação do cordelista Tião Simpatia, no CEU Sul.

 


Paulo Guedes quer fim do investimento em cultura pelo Sesc

Thumb pt14 Publicada em 05/11/2018, 14:49

Um dos maiores apoiadores de iniciativas culturais poderá deixar de existir como conhecemos hoje. Segundo o colunista d’O Globo Lauro Jardim, “o Sistema S como funciona hoje está com os dias contados a partir da posse de Paulo Guedes no Ministério da Fazenda”.

De acordo com o jornalista, Sebrae, Sesc, Sesi, Senai e outros serão profundamente reformulados. “Entre as mudanças previstas está o fim de patrocínios que nada tenham a ver com a formação e capacitação de trabalhadores.”

Atualmente o Sesc tem uma forte atuação na promoção da cultura, com extensa programação de shows, exibição de filmes, mostras, teatro, dança, oficinas, entre outras atividades, em suas unidades presentes em diversas cidades do país.

Além de retirar a cultura do Sistema S, Bolsonaro defendeu a extinção do Ministério da Cultura durante sua campanha à Presidência.

A Frente Parlamentar Evangélica, também conhecida como bancada evangélica, elaborou um “manifesto à nação” com uma série de propostas na última semana. Os 180 parlamentares da frente defendem o fim do Ministério da Cultura, que seria incorporado ao da Educação.

Por Revista Fórum

 

Fonte: pt.org.br


Bolsonaro dá fim aos Ministérios da Cultura e do Esporte

Thumb pt1 Publicada em 29/11/2018, 14:36

Os Ministérios da Cultura e do Esporte terão seu fim no governo Bolsonaro. Em mais uma prova de que é continuidade do governo Temer, ele confirmou nesta quarta-feira (28) que Osmar Terra será chefe do “superministério” da Cidadania que englobará esportes e cultura.

Osmar Terra foi ministro do Desenvolvimento Social de Temer até abril de 2017. Uma história conhecida de Terra é que enquanto deputado costumava emitir notas de baixo valor com os custos de sua alimentação e já pagou até pipoca e refrigerante com dinheiro público.

O Brasil deixará de ter um ministério de Esporte após 16 anos. Criado em 2003 pelo ex-presidente Lula, contribuiu para o desenvolvimento da infraestrutura esportiva do país e diminuiu o déficit de instalações, além de investir em obras como quadras de esporte, ginásios, estádios, complexos esportivos, campos de futebol, pistas de atletismo, praças de Juventude.

Sobre a extinção do Ministério da Cultura, o ex-secretário executivo do Ministério da Cultura durante o governoDilma, João Brant, declara que “era exatamente isso que se esperava do governo Bolsonaro, uma ação reacionária, de caráter ultraconservador, que rebaixa o país intelectualmente e que faz um tema que é central para o desenvolvimento do país e que teve seus áureos tempos no governo Lula se consolide, como já vinha fazendo o governo Temer, como uma questão marginal, lateral e aliada ao pior fundamentalismo conservador”.

Sobre a escolha do ministro, João explica que faz parte do projeto do governo de Bolsonaro. “Já é muito evidente que no projeto de Bolsonaro não cabe qualquer cultura, na verdade existe um fundamentalismo anticultural nas suas ações e nos seus discursos. É muito representativo que se escolha um ministro conservador e que nada entende sobre o tema para lidar com a pasta que vai receber a cultura”.

O Ministério da Cultura foi criado em 1985 e é de grande importância para o desenvolvimento nacional. Durante o governo Lula, foi criado o Plano Nacional de Cultura (PNC) que tem como objetivo o planejamento e implementação de políticas públicas para promover a diversidade cultural, artística e étnica. Também foram reconhecidos elementos regionais como capoeira, frevo, samba de rosa e pintura corporal dos índios  como Patrimônio Cultural Brasileiro.

“Para o país é uma grande perda. O Estado abre mão de ter a cultura como um de seus vetores de organização em um projeto de desenvolvimento, mas esse projeto parece quase ficção científica no governo Bolsonaro. Outro grande problema é que você diminui a importância dentro do governo, o que significa uma enorme dificuldade de estabelecer diálogo com outros ministérios, e isso se acarretará numa redução das políticas para o setor”, finaliza Brant.

Da Redação da Agência PT de Notícias

 

Fonte: pt.org.br


Negras e negros temem mais retrocessos com Bolsonaro

Thumb pt2 Publicada em 19/11/2018, 12:55

Neste 20 de novembro de 2018, Dia da Consciência Negra, a população negra brasileira não tem nada a comemorar. Depois de 14 anos de avanços conquistados com muita luta durante os governos democráticos e populares do PT, os retrocessos registrados no governo do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) tendem a se intensificar com a posse, em janeiro de 2019, do presidente eleito, Jair Bolsonaro(PSL).

Enquanto os ex-presidentes Lula e Dilma Roussefftinham consciência da dívida histórica que o país tem com a população negra, Temer e Bolsonaro ignoram temas como combate a discriminação e injustiça racial.

Uma das primeiras medidas de Temer foi acabar com o status de ministério da Secretaria Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), criada por Lula, em 2003, primeiro ano do seu governo. Já Bolsonaro deu diversas declarações desrespeitosas, tratando os negros brasileiros com desprezo e falta de consideração.

Mas, o movimento e os trabalhadores e trabalhadoras negras não se deixam intimidar e prometem não largar a mão de ninguém, organizar a resistência e a luta por direitos e respeito independentemente das ideias reacionárias do novo presidente.

“Nós temos um desafio muito grande que é como a gente vai fazer o enfrentamento a tudo isto que está colocado”, diz a secretária de Combate ao Racismo da CUT, Maria Júlia Nogueira.

A luta e as conquistas do movimento negro

A criação da SEPPIR nasceu do reconhecimento das lutas históricas do Movimento Negro brasileiro e foi uma das principais conquistas da população negra depois de mais de 500 anos de história do Brasil.

Considerada um marco na promoção dos direitos de igualdade de oportunidades, saúdeeducação e à liberdade de consciência e de crença e ao livre exercício dos cultos religiosos de matriz africana, a SEPPIR trouxe outras vitórias para a população negra, como o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, Estatuto da Igualdade Racial, Cotas Raciais nas Universidades Públicas e no serviço público federal, a Lei nº 10.639, que altera a grade curricular para inserir nas escolas públicas e privadas o ensino da história e da cultura da África e dos afrodescendentes, entre outras.

Para secretária de Combate ao Racismo da CUT, Maria Júlia Reis Nogueira, o Estado compreendeu com Lula qual era o seu papel no combate ao racismo e na construção da igualdade racial, pautas mínimas para a garantia da democracia e justiça social.

“A participação efetiva do poder público foi fundamental, mas as entidades do movimento negro nacional organizado também participaram, e esse passou ser o espaço de construção de debate coletivo no movimento apontando para o governo políticas de promoção da igualdade racial que nós gostaríamos de ver inserida na República”, afirmou Júlia.

Desigualdade continua

Mesmo com todas as conquistas a desigualdade continua. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que leva em consideração critérios como educação, expectativa de vida e renda per capita, ao ser desmembrado por grupo racial, demonstra que há um abismo de 61 países entre o Brasil negro e o Brasil branco.

No ranking de qualidade de vida, os brancos ficam em 46º lugar e os negros em 107º lugar, pior que todos os países africanos, inclusive a Nigéria e a África do Sul.

“Só com a maior participação do Estado com mais políticas afirmativas é que poderíamos acabar com a desigualdade racial, mas o que estamos vendo é a proximidade de mais retrocessos. Com Temer já foi um desastre para a população negra, com Bolsonaro a tendência é piorar”, afirmou Júlia.

Uma onda de retrocessos

Segundo Júlia, Bolsonaro já deu sinais de mais retrocessos que ameaçam ainda mais a população negra. Antes mesmo de ser candidato, o deputado Bolsonaro votou a favor de projetos de retirada de direitos, como a reforma Trabalhista, e votou contra a PEC das domésticas, que garantiu um mínimo de direitos para a categoria, formada em sua grande maioria por mulheres negras.

Durante a campanha, em suas redes sociais e em entrevistas para uma parte da mídia comercial, Bolsonaro prometeu diminuir ou acabar com as cotas raciais nas universidades, reduzir maioridade penal, reverter regularização de terras quilombolas, dar carta branca para policiais matarem e disse, também, que iria romper com a Organização das Nações Unidas (ONU), o que significaria romper todos os tratados internacionais dedireitos humanos.

“Todas as medidas anunciadas pelo presidente eleito vão afetar diretamente a vida da população negra, que já é a que mais morre, a mais encarcerada, a que mais fica desempregada, a mais analfabeta e a que tem renda menor e trabalho precário”, afirmou a secretária de Combate ao Racismo da CUT.

Além disso, também nas redes sociais, o presidente eleito mostrou por meio de posts como ele alimenta a cultura da violência racista.

“Eu fui em um ‘quilombola’ em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas [unidade de medida para peso de gado]. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais”, disse Bolsonaro, aos risos do público durante uma palestra.

Ao tratar do tema educação, Bolsonaro defendeu sem constrangimento a meritocracia. O candidato já havia exposto sua opinião durante sua vida parlamentar:

“Negro? Qual a diferença minha pra um negro? Ele é inferior a mim? O Joaquim Barbosa chegou lá como? O Obama chegou lá como? É mérito! Se nós queremos democracia, meritocracia, né? Tem que ser desta forma.”

No país, os negros representam 54% da população, segundo dados de 2015 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No grupo dos 10% mais pobres, os negros representam 75% das pessoas, mas entre o 1% mais rico, somam apenas 17,8% dos integrantes.

“Não tem como tratar igual os desiguais. A história do Brasil nos mostra que quem tem dinheiro paga as escolas de seus filhos e prepara estas crianças para disputar as vagas nas universidades públicas. E o pobre que não tem o ensino adequado quando chega para disputar a universidade ele vai pagar, porque ele não tem como disputar com quem se preparou”, destacou Júlia.

Em mais de 80 páginas do plano de governo do então candidato, Jair Bolsonaro, a equipe dele não cita em nenhum momento as palavras negro, negra, indígena, etnia e raça, muito menos existem propostas de políticas de ações afirmativas.

“Em 518 anos de história, houve apenas um pequeno intervalo de 14 anos em que a população negra teve seus direitos reconhecidos e acesso a cidadania. O que nos preocupa com o novo governo é que os retrocessos sejam enormes e a desigualdade aumente ainda mais”, finalizou Júlia.

Por CUT

 

Fonte: pt.org.br


Semana da Consciência Negra tem atos por todo o Brasil

Thumb pt2 Publicada em 20/11/2018, 13:31

O Dia da Consciência Negra é celebrado todo 20 de novembro, em homenagem a data em que morreu Zumbi dos Palmares, que liderou uma das mais importantes resistências contra a escravidão no Brasil. Mais do que lembrar a memória de Zumbi, a data oficializada por Dilma Rousseff em 2011 é um momento de valorização da cultura negra e dos séculos de luta contra o racismo, que até hoje perdura no Brasil.

Ao longo da semana, acontecem manifestações em todo o país, com atos políticos, eventos culturais e debates. Em São Paulo, a XV Marcha da Consciência Negra acontece a partir das 13h no vão livre do MASP. Na USP, o II Encontro de Educação, Negritude e Relações Étnico-Raciais será realizado nos dias 22 e 23 de novembro.

Em Salvador haverá marcha a partir das 14h no bairro de Campo Grande, na Praça da Sé. Lá também acontece a Alvorada dos Ajás, que na edição desse ano homenageia a memória do capoeirista Moa do Katendê, assassinado em um crime de ódio.

No Mato Grosso do Sul, a Assembleia Legislativa do estado irá homenagear personalidades reconhecidas pela luta de combate ao racismo e da promoção da igualdade racial com a comenda Zumbi dos Palmares. No Rio Grande do Norte, a Câmara Municipal de Natal presta homenagem similar às personalidades locais a partir das 18h.

Em Goiás, a IV edição do projeto Ecoar das Vozes acontece nesta terça-feira (20), das 9h às 21h na Vila Cultural Cora Coralina, e tem o objetivo de evidenciar o protagonismo da comunidade negra na luta contra o racismo.

Para o secretario nacional de combate ao racismo do PTMartvs Chagas, “esse momento, mais do que nas outras marchas, é um momento de extrema resistência, porque a gente sabe muito bem o que virá nos próximos anos para o movimento negro”.

“Nesse 20 de novembro, muito mais do que celebração a palavra é resistência, muito mais do que comemoração, será preparação para a luta, e os atos estão resistindo em todo o país”, acrescentou o secretário.

Martvs ainda disse que “os atos em todo o Brasil vão ser monitorados para que eles aconteçam na mais tranquila ordem, para que o direito à manifestação possa estar valendo durante todo o dia 20 de novembro”.

Da redação da Agência PT de notícias

 

Fonte: pt.org.br


Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

Thumb baianas foto joao ramos Publicada em 30/01/2015, 09:07

Entidades brasileiras celebram, nesta quarta-feira (21), o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. A data foi instituída em 2007 depois da morte da sacerdotisa do candomblé Gildásia dos Santos, conhecida como Mãe Gilda. Após ter a casa e o terreiro invadidos por grupos de outra religião e o marido agredido, a  iyalorixá morreu em decorrência de um infarto. Atualmente, o dia é uma oportunidade para atentar sobre a necessidade de se respeitar a diversidade religiosa e, assim, reduzir os casos de crimes de ódio no País.

Somente em 2014, o Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), recebeu 149 denúncias de discriminação por motivação religiosa. A maioria, 26,17%, foram do Rio de Janeiro e, 19,46%, de São Paulo. O número representa uma redução em comparação com 2013, quando foram recebidas 228 ligações ao todo.

Entre as religiões mais discriminadas estão as de matriz africana, como o candomblé e a umbanda. O mesmo balanço mostra que 35,39% das vítimas de discriminação por motivação religiosa eram negros, enquanto 21,35% eram brancos e, 0,56%, indígenas. Esses dados mostram que a intolerância religiosa também está ligada à discriminação racial.

Mãe Gilda – No dia 21 de janeiro de 2000 a mãe de santo sofreu um infarto após ser acusada de charlatanismo pelo jornal Folha Universal, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O veículo foi publicado com a seguinte manchete: “Macumbeiros charlatões lesam o bolso e a vida dos clientes”. A partir daí, grupos de outra religião invadiram a casa dela, agrediram seu marido e depredaram o terreiro que ficava no local.

Da Redação, Agência PT de Notícias com informações do Portal Brasil


Paraíso do Tuiuti leva Golpe e protesto contra Temer à avenida

Thumb geisa8 Publicada em 15/02/2018, 13:03

No Carnaval do Rio de Janeiro, o desfile da Paraíso do Tuiuti roubou as atenções e foi transmitido na TV Globo mostrando o golpe de Michel Temer. Trazendo o samba-enredo sobre escravidão, a escola mostrou que os assalariados hoje, tais como faxineiras e engenheiros, se assemelham a servos modernos.

Na última ala, e no último carro, foram retratados os manifestantes paneleiros de verde e amarelo que deram o golpe que tirou Dilma Rousseff do poder. Acima deles havia diversas grandes mãos formando a imagem de diversos fantoches. No topo estava representado o presidente Michel Temer com a fantasia de um vampiro presidente.

O nome da representação do golpista foi  “O Vampiro Neoliberalista”.

A TV Globo teve que mostrar todo o golpe que ela apoiou no Carnaval, incluindo gritos por Lula. Confira as fotos, feitas pelo Mídia Ninja.